A Guerra Nossa de Cada Dia, óleo sobre tela, 60 x 60, de Francis Ivanovich.

O quadro acima, “A Guerra Nossa de Cada Dia”, óleo sobre tela, 60 x 60, concluí antes do início da nova guerra dos EUA e Irã.

Nos causa profunda tristeza a nova guerra. É inevitável sermos acometidos por um temor de que o conflito se espalhe e se torne global.  Há algum tempo não ouvíamos a palavra nuclear, que agora retorna como um espectro assustador.

Estou pensando na minha amada neta Nalu, que completou 10 anos, na minha querida sobrinha Hanna, que chegou aos 21 anos,  e no Antônio, bisneto da minha eterna e saudosa professora Marina Paranhos, que fez 1 aninho de vida.

Penso em todas as crianças e jovens deste mundo tão conturbado. Mundo esse nas mãos de delinquentes, criminosos, disfarçados de homens valorosos e preocupados com o povo.

O mundo está sendo governado por gente da pior espécie, preocupados com os seus próprios interesses. É inaceitável que essa gente esteja comprometendo a vida e o futuro da humanidade.

Votar é coisa muito séria. Não podemos continuar entregando o poder, o nosso futuro, através do voto, a pessoas que não têm a mínima condição de conduzir os destinos de um país.

Nalu, Hanna, Antônio e todas as crianças e jovens merecem o melhor dos mundos. Não é justo que as gerações futuras herdem a Terra mergulhada no medo do extermínio nuclear, no caos climático, com violência, fome e dor.

Cabe a cada um de nós não aceitar que essa gente faça o que quiser das nossas vidas. Devemos, de alguma forma, reagir contra seus planos maquiavélicos, doentios. E votar melhor, com mais consciência, clareza, sem paixão, é o primeiro passo.

Nossas crianças e jovens agradecem.

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